de renato monteiro © TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. Fotos e textos estão protegidos por lei, pelo que é expressamente proibida cópia, utilização, modificação, venda, publicação, distribuição ou qualquer outro uso, total ou parcial, comercial ou não, sem prévia autorização do autor.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
SÃO OS SALGUEIROS...
MESTRE DO CACILHEIRO
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
( Salvaterra de Magos)
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
PORTO DA PALHA
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
PARQUE DA RIBEIRINHA ( Samora Correia)
VALA DE SALVATERRA DE MAGOS
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
SOBRE UMA FATURA DE 1989
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Palhota
GINJAL
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
PORTO DA COURELA ( Almeirim)
Serpenteando pelo rio, o que procuram é interromper o seu curso natural. Enquanto isso, vão devorando as raízes dos salgueiros e cavando sulcos no fundo da água como se fosse em terra.
Segundo alguns nativos, encarnam os espíritos terríficos das correntes fluviais que são muito difíceis de expulsar…
Como certos pesadelos!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
BUQUÊ À BORDA DE ÁGUA (Benfica do Ribatejo)
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
EXTRAÇÃO DE INERTES (Crescido)
Em vez de uma pepita aurífera ou de um cristalino e já lapidado diamante, o achado de um peso de rede, em cerâmica, com duas perfurações que me fixam, quais olhos atentos ao que farei com ele!
Então, interrogo-me: será que devo devolver-te à corrente da água, num amplo arremesso? Abandonar-te nestes estratos de cascalho e areia? Ou tornar-te num objecto tão pessoal como uma agenda, um anel ou um relógio?
Optando pela última hipótese, acabei por ampliar mais ainda o leque de perguntas sobre a peça encontrada, que passou a gozar do privilégio apenas concedido até agora ao teu retrato, colocado na minha escrivaninha.
Entretanto:quem saberá determinar-te a idade? A que malhas de rede te aparelhaste? E que oleiro te modelou e cozeu, antes de servires nas artes da pesca?
À PESCA... (Cais do Sodré)
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E estava o homem à pesca, com uma cabeça azul de peixe-espada, quando deu pelo camaroeiro pesar a chumbo! Aí, fez dois pontos de espanto com as sobrancelhas, e puxou morosamente o aparelho. Podia lá ser: uma arma! Não das barracas de vai um tirinho , ó freguês, sequer de alarme para espantar pardais mas, a sério! E logo alguém, como se tivesse mordido a cena do alto e descido, de repente, em pára-quedas, pergunta ao homem: “Dispara?” “Não sei!” |
RÍO TAjO
PALHOTA
domingo, 29 de janeiro de 2012
O NEGRÃO ( Vila Franca de Xira)
sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
VILA VELHA DE RÓDÃO
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
VILA FRANCA DE XIRA
FOZ DO CIFUENTES
sábado, 21 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
( Vila Nova da Barquinha)
Nunca viu as águas tão espreguiçadas como agora. Nem a correrem tão no fundo… Antigamente, não: chegavam ao que é hoje o lugar da sua horta continuando a trepar até à rua da Barca onde se situava o Cais do Vapor.
E era a partir desse ponto que zarpavam os batelões para Lisboa sem a gente alguma vez os ver.
Não porque estivéssemos a dormir. Mas porque a pilha de fardos de cortiça era tão alta e pesada, que não havia, proa, ré, nada de embarcação alguma que, de tão rebaixada, se mostrasse a navegar pelo rio abaixo…
Trabalho de varinos, já se vê! E não de cagaréus, aguardando pelos lances ao sável no breu da noite...
ESTENDAL ( Vila Franca de Xira)
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
SÍTIO DA HORTA
Direi mesmo que, no caso da sua ausência for plena, só o será aparentemente, uma vez que sempre saberei perscrutar a sua respiração:
menos ofegante que a minha nas incursões que faço pela borda da água.
domingo, 15 de janeiro de 2012
SENHORA DA SOLEDADE ( Arrentela)
CAIS DAS COLUNAS
Ele é o Paco, por alcunha o Anão, o galego, que chegou a ser contratado por uma equipa de basebol na Malásia; o rufia do cigano a impingir pedras de eucalipto dissolvido em lama tudo triturado pela dentuça de ouro do seu patriarca; a Gertrudes que, em findando o lacrimoso peditório à porta Santa Engrácia, logo vem espalmar-se como um sáurio ao sol nas pedras do Cais.
Ele é o Mamadu, que fez a mesma guerra do que eu, cantarolando uns blues acompanhados por umas batucadas com a sua muleta de DFA ; ele é o Bósnio, o guitarrista que me convidou para fazer uma reportagem no seu dia de núpcias acaso viesse a casar, e não casou; ele é o caboverdiano, a gingar com o andamento de uma coladeira, e a boina à Alves Redol dos Avieiros.
E ele é o sem abrigo, agarrado às calças para não baixarem para além dos joelhos, e a Fafá da Linha, a repetir-me certa pergunta que só a mim diz respeito…
E são, depois, os camones a fazerem turismo da classe média-baixa e baixa; os bêbados a enfrascarem-se de tinto e Tejo; os reformados à pesca de mais um por de sol para somar às poucas folhas que sobram na sua agenda de vida; e os engatatões, ao fim da tarde, por uma noite; os mirones com as mãos enfiadas nos bolsos; os pares enchendo o cais de promessas de amor insalivadas de beijos; os fotógrafos amadores e assim-assim, todos digitais, salvo os que excepcionalmente pararam no tempo dos 35 mms.
Todos meus amigos ou a caminho disso, salvo o facho com a sua gabardine de sempre, azul e adourada com botões metálicos da Armada, a bandeira nacional na lapela, a dar pão diariamente às gaivotas que não fazem a mínima ideia do traste que ele é…
Até eu sou amigo de mim mesmo:
quando distraidamente me sento à borda de água, a coçar-me do formigueiro de uma noite mal dormida e das fotos que tiro. Ou quer devia ter tirado.
quando distraidamente me sento à borda de água, a coçar-me do formigueiro de uma noite mal dormida e das fotos que tiro. Ou quer devia ter tirado.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
OUTROS SERES ( Alcochete?)
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
JÚLIA MARGARIDA GUERRA
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
JOAQUIM ELIAS PERICLE
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
CASTELO DO ALMOUROL ( Praia do Ribatejo )
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Zarpa-se até uma ilha situada a pouco mais do que duas braçadas de uma e outra margem do Tejo.
Após um brevíssimo instante, eis-nos em terra, havendo a partir daí que aceder às portas do castelo iniciando uma pequena marcha.
Em lá chegando, e acaso tenha horror ao vazio, o que fazer? Talvez imaginando-o ocupado com algumas figuras de antanho:
Legionários romanos asfixiados nos seus elmos; robustos visigodos ostentando adornadas bainhas a ouro e pedrarias; gente mourisca com turbantes, dentes e cavalos brancos…
Se a visita ocorrer durante o pino do verão, talvez possa mesmo aprofundar mais ainda os seus dotes visionários, surpreendendo Afonso Henriques na implementação de novas medidas, como a do aumento das cobranças de portagem sobre produtos e pessoas, com destino a montante ou jusante da fortificação...
Mas se à tentativa de ressurreição destas figuras, continuar a sentir-se incapaz de idealizar aquele espaço com algum recheio e vida interior, o que fazer de novo ?
Talvez, ao sair por onde entrou, cantarolar a letrita do Vinícius de Moraes evocando certa casa muito engraçada que "não tinha teto, não tinha nada”
PEIXEIRAS CABOVERDIANAS ( Cais do Sodré)
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
PESCA À CANA ( Alcântara)
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