Saímos do cinema divididos. A maioria, mais ruidosa, atraída
por Omar, que escrevia poemas de oiro e azul sobre a neve à Julie; a minoria,
bem reduzida, pendendo para o protagonismo de Tom Courtenay como digno de exemplo,
mau grado a sorte que teve no filme...
Quanto à minha posição nessa altura (e de acordo com os
bilhetes, já tão amarelecidos, que conservei entre as páginas de “As boas
Intenções” de Augusto Abelaira), era na fila H da plateia.
Com as mãos entrelaçadas nas da Lídia.
|
Sem comentários:
Enviar um comentário