Primeiro,
foi aquele sopro de ar
arrastando
para bem longe o guardanapo de papel. Depois, a colisão
de um absorto
transeunte contra
a sua mesa, provocando a
queda do copo ainda cheio. De seguida, a revoada de vento que, por uma unha negra, não lhe
arrancou o boné da
cabeça. Podia lá ter caído em pior sítio! Antes
no convés, flagelado
pela mais impetuosa tempestade!
Então,
aconchegou o cachecol e saiu. Não fosse o céu desabar com ele em terra!
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